CEO, Marco Romero, no Brazil Economy: A virada de 2025 e o que vem em 2026

Nosso CEO, Marco Romero, foi destaque no Brazil Economy. A matéria detalha nossa trajetória em 2025, um ano que começou com importantes tomadas de decisão e terminou com o resultado próximo do planejado. Não foi sorte. Foi trabalho. Marco não só liderou a virada operacional como reassumiu a linha de frente comercial. “Ou a gente dava uma guinada, ou eu voltava para a operação” afirmou ao veículo. E foi exatamente o que aconteceu. 

A virada aconteceu no Q2 

A reação começou no segundo trimestre, ganhou tração no terceiro e consolidou a recuperação no quarto. O resultado? Fechamos 2025 com 95% a 96% da meta comercial, cumprimento e superação da meta corporativa, e geração de resultado real. Com uma base maior, sustentar taxas elevadas de crescimento fica mais difícil. Mas 2025 encerrou com uma fotografia relevante: receita anual em torno de R$ 150 milhões e aproximadamente mil colaboradores. 

Foco no Cliente, Capacidade de Entrega 

Marco atribui o desempenho a dois pilares: foco no cliente e aumento de capacidade de entrega em projetos críticos. No portfólio, citamos clientes como Mondelez, Porto Seguro, HDI Seguros, Sabó, Universidade Cruzeiro do Sul e Yamaha. 

Entre os cases destacados, o projeto de Páscoa para a Mondelez foi tratado internamente como entrega de alta criticidade pela relevância comercial. E o resultado mostra: o “time de entrega” melhorou cerca de 400% nos últimos três anos, criando o que Marco chama de “ciclagem positiva”, quando uma entrega bem-sucedida acelera novos projetos dentro da mesma conta. 

 

TATe: O diferencial tecnológico 

O principal vetor de diferenciação tecnológica é o TATe, nossa ferramenta interna que evoluiu para produto. Segundo Marco, o TATeAI acelera a criação e o desenho de produtos em até 60% em relação às práticas tradicionais de mercado. Reduz o tempo entre ideação e especificação executável, consolida insumos, requisitos e benchmark, estima recursos e prazos, e orienta decisões sobre viabilidade e ROI. 

O produto também originou o TATe Recruit, integrado ao processo de atração e triagem de talentos. Entregamos candidatos qualificados em poucos dias, com IA embarcada no fluxo de seleção. 

Mas o CEO fez uma ressalva importante: automação precisa estar amarrada a ROI e a processos em que a tecnologia realmente reduz esforço repetitivo e aumenta produtividade. “Não é para mandar as pessoas embora”, afirmou. A lógica é usar IA para evitar contratações adicionais e acelerar entregas, não para substituir times existentes. 

80% do resultado de volta para o negócio 

Política de reinvestimento é outro pilar. Reinvestimos aproximadamente 80% do resultado dentro do próprio negócio, priorizando robustez operacional e capacidade de execução. Em 2025, os investimentos somaram mais de R$ 20 milhões. Para 2026, a previsão é de alta de 10% a 15%. 

Meta de 35% em 2026 

Para 2026, o orçamento prevê crescimento de 35%. Marco reconhece um ambiente mais complexo, com perda de produtividade em períodos de feriados prolongados, mas vê demanda represada, especialmente em projetos de dados e eficiência operacional. 

Sobre o macro, ajustamos o foco setorial conforme o ciclo, direcionando energia comercial para segmentos onde a necessidade de eficiência e execução se mantém alta. Queremos competir menos por volume de código e mais por velocidade e assertividade no desenho do produto e na entrega. Em um mercado onde IA virou lugar-comum no discurso, a vantagem está em selecionar onde a tecnologia gera retorno e transformar eficiência interna em capacidade concreta de execução para o cliente. 

2025 começou difícil. Mas terminamos fortes. E 2026 já começou com clareza de propósito: crescer com método, entregar com excelência, investir em quem faz acontecer. 

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